O DATASUS disponibiliza dados de dois importantes inquéritos feitos no país. O VIGITEL disponibiliza informações referentes a Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas e o VIVA dados referentes a Vigilância de Acidentes e Violências.
Acesso em: http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0207&VObj=http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/dh.exe?vigitel/vigitel10.def
http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0207&VObj=http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?viva/viva07.def
Elaborado para interação com discentes, docentes e profissionais curiosos da Área da Gestão e Inovações em Saúde.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Ministério da Saúde inicia procedimentos de cirurgia robótica - É o SUS com tecnologia de ponta
Com o robô, grandes cortes, cicatrizes profundas, hemorragias severas e dores pós-operatórias serão minimizadas pela técnica que possibilita movimentos minuciosos e rotações em 360º na retirada de tumores malignos. Além disso, as possibilidades de complicações no pós-operatório são menores. Até o momento, seis pacientes foram submetidos com sucesso ao novo procedimento.
Leia mais em: http://www.blog.saude.gov.br/ministerio-da-saude-inicia-procedimentos-de-cirurgia-robotica/
O outro lado da Relação Tecnologias e Saúde
Fica a Dica!!!!
Olhos vermelhos e ardência podem ser sintomas da Síndrome da Visão do Computador
O quadro de Síndrome da Visão do Computador dificilmente pode trazer graves lesões aos olhos, mas ocasiona pequenos distúrbios oculares, além do desconforto. Julio da Costa Sousa, oftalmologista do Hospital Federal do Andaraí, vinculado ao Ministério da Saúde, explica que podem ser feitos ajustes em busca de prevenção. “É fundamental manter 50 a 60 centímetros de distância do monitor. A cada hora, devemos fazer intervalos de cinco a dez minutos, olhando para o ponto mais distante do ambiente”, afirma.
O especialista ressalta que piscar os olhos é importante, pois lubrifica as córneas. “Quando nos concentramos muito, piscamos menos, o que causa ressecamento. Por isso, é importante abrir e fechar os olhos várias vezes durante o horário de trabalho”, afirma Julio da Costa Sousa. Colírio lubrificante, segundo ele, também é uma boa alternativa, principalmente para quem usa lentes de contato.
Para diminuir os efeitos negativos, é recomendado ajustar o topo do monitor à altura dos olhos ou abaixo deles. Ao olhar para cima, a abertura das pálpebras é maior, o que causa maior exposição à luz e ao ressecamento. Quanto aos ajustes de brilho, contraste e cor, o oftalmologista afirma que devemos configurá-los da maneira que pareça mais confortável aos olhos, o que vai depender de cada pessoa.
Iluminação – O olho humano é um órgão adaptável a diversos ambientes e ofertas de luz. No entanto, é possível tornar a iluminação mais agradável para evitar danos. “Colocar lâmpadas dos lados do monitor pode ser uma boa medida”, afirma Julio Sousa. O médico explica que utilizar o computador no escuro é um péssimo hábito para a saúde ocular. Em locais com janelas, é preciso estar sempre de costas para a luz do sol.
De acordo com o oftalmologista do Hospital Federal do Andaraí, vinculado ao Ministério da Saúde, existe uma discussão sobre o melhor tipo de lâmpada, mas não há consenso. Continua a valer a regra da sensação de conforto, que varia entre cada pessoa. “Não existe tempo limite de uso. Depende da capacidade de adaptação de cada um”, diz.
Fonte: Samuel Bessa/ Agência Saúde
segunda-feira, 26 de março de 2012
Empreendedor cria equipamento para organizar filas de pronto-socorro
ToLife já fechou contrato com a rede pública de Minas Gerais e agora
mira em hospitais particulares do Rio, São Paulo e Curitiba
Foto: Divulgação/Endeavor
Reduzir filas em salas de emergência de hospitais parece o sonho de
muita gente. E é o sonho que o empreendedor mineiro Leonardo Lima de
Carvalho quer realizar. Fundador da empresa ToLife, o cientista da
computação saiu de um emprego para investir em uma solução que
organizasse melhor a triagem dos prontos-socorros e reduzisse mortes e
custos.
A empresa criou um equipamento, batizado de Trius, que auxilia
profissionais de saúde a fazerem a triagem dos pacientes que dão entrada
na emergência de acordo com o Protocolo de Manchester, um método de
classificação da condição de saúde e da urgência no atendimento de quem
chega a um serviço de emergência. “Cerca de 60% das pessoas que chegam a
um pronto-socorro não deveriam estar lá, deveriam ser atendidos por
outros serviços”, afirma Carvalho.Seu equipamento tem por objetivo ordenar os pacientes para garantir que os casos mais urgentes sejam atendidos primeiro. A empresa fornece o equipamento, o software, serviços e insumos, como fitas de exames. A inovação, segundo Carvalho, é unir ferramentas de diagnóstico a um software que os interpreta e armazena.
O empreendedor explica que um profissional treinado, médico ou enfermeiro, usa o equipamento durante a triagem dos pacientes e classifica o grau da urgência a partir da queixa, dos sinais vitais e outras informações de saúde do paciente. O equipamento armazena as informações do paciente até a alta e organiza o fluxo dos pacientes.
Dependendo do caso, o software pode dar uma resposta que permita orientar o paciente a ir para casa e procurar um atendimento mais adequado, como uma clínica, de acordo com o empreendedor. “No longo prazo, uma vantagem é a educação da população para procurar o serviço de emergência somente quando ele for realmente indicado”, afirma.
Como os atendimentos em prontos-socorros são mais caros do que em clínicas, as proposta é que o equipamento ajude os hospitais, públicos e privados, a reduzirem custos. “Ainda não coloquei no papel quanto dá para economizar, mas com certeza dá resultados para os hospitais”, garante Carvalho.
A ferramenta já está implantada em 3.500 unidades de saúde de Minas Gerais, resultado de uma negociação com o governo estadual. Agora, a ToLife busca vender a sua solução para hospitais particulares de São Paulo, Curitiba e do Rio de Janeiro, além de internacionalizar as operações.
“Já estamos em três unidades de saúde do México e vamos iniciar o trabalho na Colômbia”, afirma. Com a expansão, a empresa espera ampliar seus números. No início da operação, entre outubro de 2010 e o final de 2011, a ToLife faturou R$ 29 milhões. Para este ano, a expectativa é faturar R$ 35 milhões.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Cigarro matou 6 milhões em 2010, mostra levantamento
O que as seis maiores empresas do ramo tabagista lucraram em 2010
equivale a US$ 6.000 por cada morte causada pelo fumo nesse ano.
Essa é a conclusão da quarta edição do Atlas do Tabaco, lançado pela Sociedade Americana do Câncer e pela Fundação Mundial do Pulmão, durante a 15ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, em Cingapura.
Segundo o documento, as seis empresas líderes lucraram US$ 35,1 bilhões em 2010, concentrados na empresa estatal chinesa de tabaco (US$ 16 bilhões) e na Philip Morris (US$ 7,5 bilhões). Esse lucro é maior, diz o atlas, que o da Coca-Cola, da Microsoft e do McDonald's somados.
Já o número de mortes pelo fumo se aproximou de 6 milhões em 2010, 80% fora dos países desenvolvidos.
"Apesar do progresso feito desde que lançamos o primeiro documento [em 2002], 50 milhões de pessoas morreram como resultado do uso do tabaco, fumando mais de 43 trilhões de cigarros. É quase incompreensível", afirmou John Seffrin, da Sociedade Americana do Câncer.
Divulgado a cada três anos, o atlas traz dados específicos sobre cada país e região.
A principal informação ressaltada sobre o Brasil indica a consequência da aprovação, em 2011, da Medida Provisória que baniu os fumódromos. A medida, diz o texto, tornou o Brasil o maior país totalmente livre do fumo.
Rússia, China e Estados Unidos não adotaram medidas semelhantes; a Índia o fez parcialmente. Falta no Brasil, no entanto, um melhor monitoramento da epidemia do tabaco, aponta o novo documento.
Comentem esses aspectos no Brasil. Quais são os dados disponíveis no INCA?
Essa é a conclusão da quarta edição do Atlas do Tabaco, lançado pela Sociedade Americana do Câncer e pela Fundação Mundial do Pulmão, durante a 15ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, em Cingapura.
Segundo o documento, as seis empresas líderes lucraram US$ 35,1 bilhões em 2010, concentrados na empresa estatal chinesa de tabaco (US$ 16 bilhões) e na Philip Morris (US$ 7,5 bilhões). Esse lucro é maior, diz o atlas, que o da Coca-Cola, da Microsoft e do McDonald's somados.
Já o número de mortes pelo fumo se aproximou de 6 milhões em 2010, 80% fora dos países desenvolvidos.
"Apesar do progresso feito desde que lançamos o primeiro documento [em 2002], 50 milhões de pessoas morreram como resultado do uso do tabaco, fumando mais de 43 trilhões de cigarros. É quase incompreensível", afirmou John Seffrin, da Sociedade Americana do Câncer.
Divulgado a cada três anos, o atlas traz dados específicos sobre cada país e região.
A principal informação ressaltada sobre o Brasil indica a consequência da aprovação, em 2011, da Medida Provisória que baniu os fumódromos. A medida, diz o texto, tornou o Brasil o maior país totalmente livre do fumo.
Rússia, China e Estados Unidos não adotaram medidas semelhantes; a Índia o fez parcialmente. Falta no Brasil, no entanto, um melhor monitoramento da epidemia do tabaco, aponta o novo documento.
Comentem esses aspectos no Brasil. Quais são os dados disponíveis no INCA?
quinta-feira, 22 de março de 2012
Secretaria da Saúde lança oficialmente o Kit Bem Cuidar
Também foi inaugurada primeira sala exclusiva para amamentação da rede de postos de saúde
Inciativa da Secretaria da Saúde de Joinville e programa Pequeno Príncipe é incentivo ao Pré-Natal.
terça-feira, 20 de março de 2012
Pesquisa Científica e Inovação Tecnológica - Portal CNPQ
Em breve dois novos critérios de avaliação do pesquisador serão inclusos na Plataforma Lattes, disponível na internet desde 1999. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) disponibilizará duas abas, uma na qual o pesquisador colocará informações sobre a inovação de seus projetos e pesquisa; e na outra, listará iniciativas de divulgação e educação científica.
Hoje, o Lattes fornece dados de alta qualidade com cerca de 1,8 milhões de currículos e quatro mil instituições cadastradas, sendo que 8% destes currículos são de doutores e cerca de 13% de mestres. A Plataforma representa a experiência do CNPq na integração de bases de dados de currículos e de instituições da área de ciência e tecnologia em um único Sistema de Informações, cuja importância atual se estende, não só às atividades operacionais de fomento do CNPq, como também às ações de fomento de outras agências federais e estaduais.
Segundo o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, as duas novas abas promoverão um maior contato da sociedade com a ciência e estimularão ainda mais a inovação. “Se antes os cientistas faziam suas pesquisas em laboratórios fechados e pouco divulgavam seus trabalhos por considerar ser papel do jornalista ou professor levar a informação científica à sociedade, hoje percebemos que isso não é o suficiente. O País precisa de uma ciência cada vez mais antenada com a sociedade, e para isso, o cientista deve reconhecer o seu papel de engajamento no cotidiano das pessoas. Foi nesse contexto que percebemos a necessidade de criar novos critérios de avaliação, que deverão aumentar o conhecimento da sociedade sobre as atividades científicas e estimular o processo de inovação”, afirma.
Oliva avalia ser fundamental a inserção das novas abas, já que no Brasil há um fosso profundo entre aqueles que fazem ciência e os que a consomem. “A sociedade não conhece com profundidade toda a riqueza da ciência brasileira e nem que ela tem contribuído para o desenvolvimento nacional e para o bem estar das pessoas. Isso ocorre porque ainda há pouco diálogo dos pesquisadores com a sociedade. Estes são pagos e financiados por ela, por isso têm a responsabilidade de prestar contas e informar sobre aquilo que fazem. As pessoas precisam usar a ciência no seu dia a dia, e não só terem consciência dela”, pontua.
Divulgação e educação científica – O novo item de avaliação do CNPq terá em conta o que os cientistas fazem para levar seu trabalho ao público e para promover a educação científica. O CNPq avaliará na aba divulgação, por exemplo, se os cientistas têm blogs pessoais sobre ciência, se divulgam na mídia os resultados dos seus trabalhos, se proferem palestras ou participam de feiras de ciência em escolas, por exemplo. Se antes se valorizava apenas a atividade acadêmica cientifica do profissional na hora de avaliar o seu desempenho, hoje o pesquisador precisa se conscientizar da importância de se fazer divulgação.
Esse item contará na avaliação de produtividade do pesquisador, sendo que todas as áreas serão analisadas pela divulgação científica. Além disso, o CNPq desde junho de 2011 exige, na submissão eletrônica das propostas de pesquisa e nos relatórios eletrônicos de concessão científica, que o pesquisador escreva em linguagem clara, para não especialistas, o porquê de o seu estudo ser relevante e os resultados alcançados. O CNPq espera com essa medida criar um banco de dados para alimentar os jornalistas, que poderão ter acesso a uma busca por tema, área geográfica, instituição, entre outras opções. Para que se tenha ideia da quantidade de relatórios, só o Edital Universal, leva hoje anualmente cerca de 15 mil propostas de pesquisa para o Conselho abrangendo todas as áreas do conhecimento.
Mundo inovador – Sabe-se que estimular a inovação também é uma importante missão do CNPq. Neste sentido, junto com a aba sobre divulgação, a agência criou também um outro espaço para que os cientistas descrevam a inovação de suas pesquisas. Segundo o presidente Oliva, a ciência moderna está intrinsecamente associada à inovação, por isso é preciso estimular cada vez mais as empresas a se apropriarem do conhecimento gerado na academia, para gerar riquezas e serviços úteis à sociedade.
“Precisamos aproximar mais as universidades das empresas para que estas se tornem mais competitivas no mercado externo. É imperativo disseminarmos a cultura da inovação nas cadeias produtivas, diminuirmos também a burocracia e os custos para o registro de patentes e estimularmos ainda mais os empreendedores tecnológicos. Só assim, com esta sinergia entre o governo, a academia e o mercado, o Brasil alçará voos mais altos”, ressalta.
(Ascom do CNPq)
Hoje, o Lattes fornece dados de alta qualidade com cerca de 1,8 milhões de currículos e quatro mil instituições cadastradas, sendo que 8% destes currículos são de doutores e cerca de 13% de mestres. A Plataforma representa a experiência do CNPq na integração de bases de dados de currículos e de instituições da área de ciência e tecnologia em um único Sistema de Informações, cuja importância atual se estende, não só às atividades operacionais de fomento do CNPq, como também às ações de fomento de outras agências federais e estaduais.
Segundo o presidente do CNPq, Glaucius Oliva, as duas novas abas promoverão um maior contato da sociedade com a ciência e estimularão ainda mais a inovação. “Se antes os cientistas faziam suas pesquisas em laboratórios fechados e pouco divulgavam seus trabalhos por considerar ser papel do jornalista ou professor levar a informação científica à sociedade, hoje percebemos que isso não é o suficiente. O País precisa de uma ciência cada vez mais antenada com a sociedade, e para isso, o cientista deve reconhecer o seu papel de engajamento no cotidiano das pessoas. Foi nesse contexto que percebemos a necessidade de criar novos critérios de avaliação, que deverão aumentar o conhecimento da sociedade sobre as atividades científicas e estimular o processo de inovação”, afirma.
Oliva avalia ser fundamental a inserção das novas abas, já que no Brasil há um fosso profundo entre aqueles que fazem ciência e os que a consomem. “A sociedade não conhece com profundidade toda a riqueza da ciência brasileira e nem que ela tem contribuído para o desenvolvimento nacional e para o bem estar das pessoas. Isso ocorre porque ainda há pouco diálogo dos pesquisadores com a sociedade. Estes são pagos e financiados por ela, por isso têm a responsabilidade de prestar contas e informar sobre aquilo que fazem. As pessoas precisam usar a ciência no seu dia a dia, e não só terem consciência dela”, pontua.
Divulgação e educação científica – O novo item de avaliação do CNPq terá em conta o que os cientistas fazem para levar seu trabalho ao público e para promover a educação científica. O CNPq avaliará na aba divulgação, por exemplo, se os cientistas têm blogs pessoais sobre ciência, se divulgam na mídia os resultados dos seus trabalhos, se proferem palestras ou participam de feiras de ciência em escolas, por exemplo. Se antes se valorizava apenas a atividade acadêmica cientifica do profissional na hora de avaliar o seu desempenho, hoje o pesquisador precisa se conscientizar da importância de se fazer divulgação.
Esse item contará na avaliação de produtividade do pesquisador, sendo que todas as áreas serão analisadas pela divulgação científica. Além disso, o CNPq desde junho de 2011 exige, na submissão eletrônica das propostas de pesquisa e nos relatórios eletrônicos de concessão científica, que o pesquisador escreva em linguagem clara, para não especialistas, o porquê de o seu estudo ser relevante e os resultados alcançados. O CNPq espera com essa medida criar um banco de dados para alimentar os jornalistas, que poderão ter acesso a uma busca por tema, área geográfica, instituição, entre outras opções. Para que se tenha ideia da quantidade de relatórios, só o Edital Universal, leva hoje anualmente cerca de 15 mil propostas de pesquisa para o Conselho abrangendo todas as áreas do conhecimento.
Mundo inovador – Sabe-se que estimular a inovação também é uma importante missão do CNPq. Neste sentido, junto com a aba sobre divulgação, a agência criou também um outro espaço para que os cientistas descrevam a inovação de suas pesquisas. Segundo o presidente Oliva, a ciência moderna está intrinsecamente associada à inovação, por isso é preciso estimular cada vez mais as empresas a se apropriarem do conhecimento gerado na academia, para gerar riquezas e serviços úteis à sociedade.
“Precisamos aproximar mais as universidades das empresas para que estas se tornem mais competitivas no mercado externo. É imperativo disseminarmos a cultura da inovação nas cadeias produtivas, diminuirmos também a burocracia e os custos para o registro de patentes e estimularmos ainda mais os empreendedores tecnológicos. Só assim, com esta sinergia entre o governo, a academia e o mercado, o Brasil alçará voos mais altos”, ressalta.
(Ascom do CNPq)
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